Quinta-feira

Cinema...

Sempre gostei de salas de cinema.. quando não se tem casa, carro ou outro sitio, uma sala de cinema vazia sempre era um bom local para dar umas fodas. As últimas filas e os cantos escuros contam sempre mais historias que este blog.
Nas salas um pouco mais cheias, o risco de ser apanhado é sempre maior, mas isso aumenta sempre mais a adrenalina, mas é sempre giro, abrir a braguilha e ser chupado enquanto se vê uns tantos gajos ao tiros no ecrã.
Há uns anos atrás, durante a estreia de um dos "Senhores dos Anéis" fui com uma amiga a uma das salas antigas ver o filme. A sala esta completamente cheia, nos estavamos numa das filas do meio e não dava para foder muito. A única opção era mesmo só a masturbação.
Ela com a mão no meu caralho ia batendo a seu bel-prazer...e eu ia fazendo o mesmo, brincando com a cona dela..
Mexe não mexe, ela ia-se contorcendo para não dar bandeira ao casal ao lado, e eu, cabrãozinho, nem abrandava o ritmo.. quero mesmo que ela se viesse e bem alto..
Quando mais perto do prazer estava ela, mais rápido roçava no grelo, ate que ela soltou um grito bem audível..
Mas ninguém se apercebeu de nada... O grito de prazer dela culminou com uma das cenas mais de batalha onde o som estava mais alto que nunca...

Apanhados com as calças na mão II

Era um daqueles encontros da net, conhecemo-nos online, e depois de umas trocas de mensagens, mails e sms combinamos finalmente nos encontrar.
Bebemos um copo pelo Irish das Docas, ficamos por ai um tempo até que fomos ouvir um rock para o Plateau. Com a casa cheia, estavamos sempre apertados, o que era óptimo para o engate. senti logo os primeiros arrepios quando te falava mais perto do ouvido, e te roçava com a barba por fazer no pescoço. Quando te apertava contra o bar, sentia o meu caralho a querer furar as calças e te comer.... Tu também gostavas de discretamente passar a mão e senti-lo duro.
Saimos do Plateau à procura de um local para foder. Fomos para a zona do Cais Sodré, por trás do Armazem F, achamos um lugar, meio escuro, virado para o rio e aí começamos.
O tesao ja vinha do Plateau, o cú dela a roçar do meu caralho, há muito que o tinha posto em sentido, mas ela fez questão de o aumentar. Desapertou botão a botão das minhas calças bem devagar, passou com a língua por cima dos boxer e baixou-os, e abocanhou o meu pau. Chupou-me ate ficar mesmo no ponto, cheio de tesão, completamente molhado para entrar melhor.
Pulamos para o banco de trás, calças para baixo, camisa aberta, boxeres para baixo, soutien aberto, tanguinha arrancada...
Com o pau já duro e grosso, cheio de vontade de uma bela cona, ela sentou-se em cima de mim e cavalgou, como se não houvesse amanha...
Fodemos como loucos, as unhas cravadas nas minhas costas, os gemidos dela no meu ouvido, os vidros embaciados, nem demos conta quando sentimos bater no vidro, um agarrado a querer um cigarro...
Entre o foda-se soltado e o riso depois foi um minuto, o suficiente para dizer que não tinha, puxar as calças para cima e arrancar com o carro a procura de novo local....o que tinhamos começado não ia ficar a meio....

Concerto no Coliseu

Concerto em Lisboa, já não me recordo bem o ano, mas sei que o concerto vai ser inesquecível por um grande motivo, enquanto a banda inicial tocava eu e tu estávamos bem agarradinhos, tu seguravas-me por trás e dançávamos ao ritmo da musica.
Até que depois de muitos beijos e lambidelas no pescoço começaste a passar a mão pelo meu peito e eu pensei que estavas doido, ali à frente de tanta gente, e se alguém visse? Mas não disse nada e continuaste. Quando o concerto já estava no auge e todos deliravam com a musica eu delirava com as tuas mãos na minha cona, até que não aguentamos mais e deixamos o concerto.
Fomos para uma das wcs do coliseu, estávamos a delirar de tanto prazer, entraram algumas pessoas no wc enquanto lá estávamos e o facto de saber que estava ali alguém que nos pudesse descobrir ainda me deu mais prazer.
Eu estava de pé, com as pernas bem abertas virada para a parede, e tu por trás a enfia-lo todinho dentro de mim, quando me vim disse-te que o queria mamar todo até que te viesses na minha boca e quando te vieste bebi a tua esporra todo até ao fim… Quando saímos já o concerto tinha acabado, mas o tempo que estivemos no wc valeu muito mais que qualquer concerto do mundo…

Hellboy

Combinamos a porta do cinema. Já tínhamos trocado bastantes mensagens, telefonemas, e-mails e ainda não tínhamos estado juntos. Era uma daquelas tardes de calor tórrido de verão. Na véspera tinhas ido para a praia e estavas com escaldão descomunal, estavas bem vermelhinha e com cuidado para não tocares em nada.
Disseste que vinhas o de branco por causa do calor, e assim foi. Ainda me lembro da sai ate aos pés, que cobria tudo mas era transparente. "Ola". "Muito prazer", bebemos um café, falamos um pouco e entramos no cinema para a sessão das 4.
A sala estava vazia, era tudo nosso. Sentamo-nos, já as estreias tinham passado, e o filme estava prestes a iniciar. Ainda estava o escuro há pouco tempo quando as mãos se começaram a tocar no balde das pipocas. Quando te dava uma pipoca lambias-me o dedo....Queria te agarrar mas quando te tocava, o escaldão falava mais forte.... foste tu para cima de mim...beijaste-me e sussurraste-me ao ouvido:"não trago cuecas"...
Fui logo confirmar. Puz a mão até ao fim da saia e fui subindo ate te tocar na cona. Com os dedos senti-te a ficar cada vez mais húmida. A tua cona estava perfeita....molhadinha, rapada, mesmo como gosto.
Não querias ficar atrás. abriste-me a braguilha, sentiste o meu caralho e meteste-o ainda mais duro. Baixaste-me os boxers e começaste-me a lamber. Belo broxe, sabias exactamente como fazer, parecia que já tínhamos fodido várias vezes.
depois fui eu... Tinha que te provar, sentir o teu gosto e adorei me ajoelhar e te lamber a cona toda.
Vieste para cima de mim e ficamos assim o filme inteiro. Ainda hoje não faço a menor ideia da historia do Hellboy, apenas que e um monstro vermelho com/sem cornos.
Cavalgaste-me tão bem, adorei sentir as tuas mamas a bater-me na cara. chupa-las enquanto estava todo dentro de ti. Aguentei sempre o máximo que pude... não me queria vir...e acho que adoraste isso.
Quando estávamos mesmo a acabar, quiseste me fazer vir... e assim o fizeste, mas para cima da minha camisa ja toda aberta.. Não era problema nenhum, uma enorme mancha branca numa camisa vermelha.... Estava fodido...Ia à entrevista com a camisa esporrada... o que vale é que o jornal serviu para tapar, ninguém reparou ou pelo menos não afectou a entrevista, já que comecei a trabalhar uns dias depois.

Domingo

Numa noite dessas muito malucas na cidade, conheci um disc jockey, que me convidou para uma festa muito estranha no meio da floresta.
Noutra altura qualquer, teria pensado duas vezes, mas ele era tão sexy e a tinha uma voz tão quente, que não consegui resistir. Peguei no carro e segui-o até um ermo, no meio da província, onde íamos encontrando umas setas fluorescentes que nos indicavam o caminho para a festa. Andámos quilómetros por umas estradas de terra batida, cheias de buracos e cheguei a pensar que estava a “meter-me na boca do lobo”, e que devia era chamar a polícia... Mas depressa me apercebi de uma festa muito doida, numa clareira da floresta, em que toda a gente estava em transe, dançando frenéticamente.
Tentei misturar-me o melhor que pude, gozando o som e fui convidada para a cabine do dj, enquanto ele tocava... Aquele som deixou-me doida, era tão envolvente, tão hipnotizante... e olhando para ele, tão concentrado na música, tão sexy enquanto trabalhava, simplesmente não resisti, ajoelhei-me, baixei-lhe as calças e proporcionei-lhe o melhor dj set que certamente alguma vez experimentou. 

Quarta-feira

Entre amigas

Tive uma amiga, que era daquele tipo de mulheres que os homens não conseguem tirar os olhos delas e que eles, se pudessem, até faziam fila... Nestes casos, é melhor ser amiga do que inimiga e, como ela era ligeiramente mais nova, eu armava-me em especialista e davamos umas voltas juntas.
Como sou mulher, acho que sou obviamente a melhor juíz de outra mulher. Saíamos juntas, apanhávamos bebedeiras, fazíamos jantares em casa uma da outra... Até que um dia ela resolveu fazer-se convidada para dormir em minha casa. Eu ainda vivia com os meus pais, e eles não estavam muito habituados a estas andanças, mas lá aceitaram, porque esta minha amiga tinha imensos problemas familiares e eles sabiam.
A minha cama era de corpo e meio, por isso dormimos as duas juntas, e no escurinho começámos a falar. Disto daquilo, do tempo, da escola, da discoteca da moda, da roupa, de gajos, de sexo e... sexo com outras mulheres. Ela perguntou-me se já tinha experimentado, se pensava muito nisso. E eu fiquei um pouco nervosa, mas tentei falar com naturalidade... Claro que gostava de experimentar, mas tinha que ser com alguém que me atraísse bastante fisicamente... fez-se um silêncio incómodo, e decidimos dizer boa noite e marcar o alarme para o dia seguinte.
Depois de vários minutos de silêncio, senti a respiração dela, quente ao pé da minha boca, a descer pelo meu pescoço até aos meu peito e uns lábios húmidos a sugarem-me os mamilos. Fiquei tão excitada que imediatamente comecei a tocar nos dela e apertá-los suavemente. Não tardou muito que começasse a usar os dedos para abri-la e senti-la muito húmida. Não foi preciso ninguém mostrar-me o caminho e foi assim que experimentei sexo com outra mulher pela primeira vez.

Segunda-feira

O último pecado

Desde os 14 anos que conhecia o Vasco, sempre tive um fraquinho por ele. Era um tipo muito inteligente e tinha os olhos azuis mais incríveis que já vi. Mas o Vasco não ligava muito a raparigas, e cheguei a pensar que desse para o outro lado.

Quando aos 16 revelou que iria começar a frequentar o seminário, senti um misto de alívio (por não ser gay) e de desespero (será que ele iria mesmo tornar-se padre?!). Não foi no entanto, o “peso da cruz de Cristo” que me tirou da cabeça as ideias mais pecaminosas que tinha a seu respeito e sempre lhe deixei bem claro o meu interesse.

Inevitavelmente, decidiu tomar votos, incluindo os de celibato! Pensei “ ou vai ou racha”. Tive que tomar uma atitude...

Uns amigos prepararam-lhe uma espécie de festa de despedida e foi nessa noite que tudo aconteceu. A festa aconteceu num bar de praia, numa noite quente, e preparei uma sangria quase não alcoólica, que servi durante toda a noite ao Vasco. Toda a noite lhe lancei olhares, toda a noite fiz questão de me roçar no seu corpo, mesmo quando tinha bastante espaço para passar.

Em determinada hora, arrastei-o para a praia sob o pretexto de termos uma “conversa” e ele, já um pouco tocadao, nem pode dizer que não. Nem o deixei abrir a boca para falar, desafiei-o para um banho de mar, ele acedeu. Ambos tirámos a roupa e corremos para dentro de água, onde comecei a beijá-lo e a acariciá-lo como se não houvesse amanhã. Ele, meio alcoolizado e também bastante excitado, deixou-me “tomar conta dele” durante toda a noite enquanto lhe mostrei o que iria perder para o resto da vida. Escusado será dizer, nunca mais o vi, mas guardo a recordação com carinho.

Quarta-feira

Luz vermelha

Fazia ja mais de uma ano desde a última vez que tinhamos estado juntos. Desde essa noite de sexo louco, nunca mais nos encontramos pessoalmente.

Tinhas sido das melhores fodas que tinha dado. o teu corpo dos mais perfeitos que tinha tido ao meu dispor, e fiz questão de o aproveitar ao máximo.

Fiquei surpreendido quando me ligaste a pedir para nos encontrarmos. Tantas vezes já tinhamos tentado mas há ultima da hora sempre acontecia algo. Peguei no carro, e fiz os kms necessários para ir ter contigo a Lisboa.

Combinamos à meia-noite junto à antiga Feira Popular, esperei uns minutos que aparecesses, ate que recebo a tua mensagem a dizer sobe... Indicas-me o caminho, dizes o andar, subo e espero que abras a porta. Mal abres a porta o meu desejo por ti aumenta, Fizeste questão de te perfumar sentir o teu cheiro como um leão em época de acasalamento.

As tuas mamas queriam saltar desse decote, uns 5 números abaixo, durante os minutos que falamos no sofá apenas queria te saltar para cima.... até que nos começamos a embrulhar. 

Despiste a minha camisa, passaste as mãos pelo meu corpo e senti a ser percorrido por ti. Foste para baixo, sentiste o enchumaço nas calças. Desapertaste-as, passastes as mãos por baixo dos boxers e sentiste-o bem nas tuas mãos. Meteste-o mais duro, que o quiseste provar e chupaste ali mesmo no sofá... tinha saudades dos teus broxes. Queria te foder já ali, mas quiseste-me levar para o quarto.

Empurraste-me para a cama e disseste para esperar por ti... Apareceste com essa lingerie vermelha, tão sexy que te salienta ainda mais as tuas formas. A luz era vermelha para dar ainda mais cor a noite.

Começaste-me a chupar ao mesmo tempo que te lambi a cona, estavas tão molhadinha, mesmo como gosto. Molhaste tao bem o meu pau para to enfiar depois devagarinho ate ao fundo.

Fodemos, fodemos, fodemos. Os teus gemidos misturavam-se com a cama a bater na parede (e ela estava afastada da parede). Chamaste muitas vezes cabrão, por te fazer delirar com as mudanças de ritmo, profundidade, de te provocar e tira-lo todo e meter depois so a cabecinha, mas estavas a gostar. Estavas tu e estava eu. Fodemos bem. Comi-te por trás, de lado, bem aberta, fechadinha, com as pernas em cima de mim, concha. Fodemos até que nos viemos os dois ao mesmo tempo.

E a luz vermelha sempre acesa...

Terça-feira

Suavemente Café

Há alguns anos atrás, quando o Gringos ainda bombava na 24 de Julho tive um dos melhores encontros até hoje.
Tudo começou com um café nas Docas. Devíamos falar na net há mais de 2 anos mas nunca nos tínhamos conhecido pessoalmente, até que um dia, os horários conciliaram e conseguimos marcar para a noite de sábado. Ao vivo ainda era melhor que por foto. Corpo perfeito, só apetecia encostar à parede e come-la logo ali…
A noite foi se prolongando com agradável conversa (apenas isso) que decidimos prolonga-la. Passamos por Santos, bebemos uns copos no Gringos e acabamos a noite no Kremlin. A noite acabou e levei-a a casa, estávamos já ambos bem bebidos, o táxi foi o melhor transporte.
Deitei-a na cama, aconcheguei-a e eis que fitamos olhares…Não foi preciso dizer nada…aconteceu o primeiro beijo. Depressa ela já estava em cima a despir-me ao mesmo tempo que a despia a ela. Que corpo que tinha ali a minha frente, tudo em forma. Quanto mais nos beijamos mais tesão ia tendo, e ela fazia questão de o sentir todo na mão.
Despi-a completamente, e ela a mim…ao que pronunciamos uma das poucas palavras:”Tens preservativo?”
Estava doido para por o meu caralho dentro dela, e pelos gemidos que ouvi enquanto o enfiava ela também. Estava bem molhadinha e apertadinha, senti-me mesmo bem.
Era a primeira vez juntos mas parecia que nos conhecíamos há anos. As mudanças de posição eram feitas em sintonia, ora dominava eu, ora era dominado.
Adorei a comer por trás da mesma forma que senti-la a cavalgar o meu pau foi óptimo.
Que tesão ouvir os gemidos e os gritos dela a vir-se, e vir-se, e vir-se…
Não falamos, apenas sentimos um no outro, foi bom. Fodemos que nem coelhos…o efeito do álcool ajudou e muito em aguentar tudo e mais o que houvesse. Das melhores fodas até hoje.
Dormimos e continuamos logo pela manha…quem diria que o café ia saber tão bem.

Quarta-feira

Na Ponte

Gosto de fazer grandes viagens à noite. Prefiro conduzir a levar as luzes dos faróis dos outros carros do que com a luz solar a me encandear. Tinha umas mini-férias sexuais marcadas para um dos fins de semana grande.
Basicamente iriam ser 3 dias a foder com uma amiga minha no calor do Algarve.
Combinamos antes de partir jantar pela capital. Durante o jantar, ela fazia questão de de me roçar o caralho com o pé.. mantendo-me teso durante o tempo todo. Por mim fodia-a toda já ali sobre a mesa.
Seguimos caminho rumo ao sul e passados uns minutos já íamos na estrada. Mal entramos no carro, ela desapertou-me a braguilha e foi me roçando e batendo. Entramos na autoestrada e na ponte Vasco da Gama, sempre de pau feito. Engatei a 5ª ela soltou o cinto e começou-me a chupar...belo broxe. Senti o meu caralho ser percorrido cada cm pela sua lingua. Engulia-o cada vez mais, até o ter todo na boca.. que prazer estava a ter.
Só estava fodido que a ponte nunca mais acabava...Foram mais de 15km de broxe, o maior broxe que me fizeram sem duvida. A ponte é mesmo grande..
Sai na primeira saida após a ponte, meti-me por uns caminhos secundários, tirei o carro da estrada, saimos do carro, encostei-a contra o capot do carro, levantei-lhe o vestido e comi-a mesmo ali à luz da lua e pelos faróis dos carros que passavam entre as árvores.
Assim começamos o nosso fim de semana

Sexta-feira

Palmadas...

Desde o primeiro momento que conheci o Hugo (nome fictício), que sempre senti aquela química entre nós. Havia uma tensão todas as vezes que nos olhávamos nos olhos, e quanto mais nos conhecíamos, mais era obvio o desejo mútuo que existia. Depois de algumas saídas juntos, e falarmos todos os dias, houve um dia que nos encontrámos num sitio pacato, sem que ninguém nos incomodasse, e aí começaram os beijos, as carícias… meu deus, ele beijava tão bem, tinha o corpo todo bem definido, e era tão bem dotado e formado! Aquelas mãos maravilhosas a passarem, a apalparem-me e a acariciarem-me o corpo todo, aqueles beijos pelo pescoço, pelo peito, pelo corpo, deixaram-me tão excitada, que já tremia por tudo o que era sítio… Mal chegamos a casa dele, a tesão era tanta que as roupas voaram, e mal pôs o preservativo, encostou-me logo a parede e comeu-me aí no corredor, mas não acabou… assim que chegamos ao quarto (nem sei como), continuou a festa...tinha mesmo jeito para a coisa! A dada altura, só sei que, quando me virou de costas para ele, e deu-me umas palmadas tão boas no rabo (ditos, Taus), tão bem dadas, enquanto me comia, que quanto mais me dava e mais excitada ficava, tive um orgasmo que fui até ás nuvens… foi tão bom!!! Adorei cada momento… Quem sabe, sabe… :)

Segunda-feira

Vouyeur

Todas as pessoas têm fetiches, e claro, eu também… A diferença é que eu não tive que pagar para realizar um dos meus. Ora, um dos meus fetiches, era o de ser vouyeur, ou seja, uma observadora digamos.
Após várias tentativas, falei com um casal amigo meu, e consegui convence-los a deixar-me assistir.
Jantamos em minha casa e, umas quantas cervejas, lá fomos os três para o quarto. Sentei-me numa cadeira mesmo em frente à cama, ao mesmo tempo que começaram a despir-se e a fazer alguns preliminares. Beijos, carícias, broche…
Uma coisa é certa, ele era exageradamente bem dotado! Entretanto começou a festa, cavalgadas, canzanas, de lado, de costas…
Para meu espanto e mais estranho que pareça, esta realização do meu fetiche, não me fez efeito nenhum, pensei que ficasse excitada, ou que depois tivesse mais vontade de ser vouyeur, mas não sei se por ele, ou por ela, não me deu pica nenhuma. Dever-se-á ao facto de ela não me atrair? Ou apenas por achar que houve pouca acção? Lol quem sabe?

Quinta-feira

Noite bem passada

Eram 5 da manhã e eu à porta da disco do costume… o Ricardo (nome fictício) tinha lá estado comigo, mas não me tinha dado importância nenhuma. Andei a noite toda a ser apalpada e ele nem topou. Por fim encontrei-o por lá já a vir-se embora com cara de enjoado. Ia-se embora e nem se despedia … grande namorado que fui arranjar! Enfim! Disse-lhe para me esperar porque ia só buscar as minhas coisas e pagar e ia ter com ele pra ele dormir comigo nessa noite.
Qual quê! Cheguei cá fora e o cabrão já tinha bazado! Pois… e eu ali ao frio. Como de costume meteram-se comigo uns gajos e fui com eles pra outro bar ali pertinho até às 6 da manhã. Um deles não se parava de roçar a mim, até kizomba dançámos e deu pra perceber a tesão com que ele já estava.
Quando saímos desse bar fomos em direcção ao carro e os amigos dele estavam ainda a sair do bar. Fomos para um sítio poucos metros à frente para nos abrigarmos do frio, que, às 6 da manhã era mais que muito! Encostou-me à parede e toca de me beijar… bem que tesão que ele tinha, mas não aconteceu mais nada ali… por enquanto… Fomos buscar o carro dele perto da casa dele e ele foi-me levar a casa… nem chegamos a subir… não deu tempo de mais nada… estacionou o carro mesmo em frente à porta do meu prédio e começou a despir-me. A festa ia começar. Beijos e mais beijos, minetes atrás de minetes (nem tenho conta das vezes que me vim só à pala dos abençoados minetes).
Ele não aguentou muito tempo sem me penetrar… depois de lhe fazer um broche à maneira, despiu-me e pimba. AIIIII, soltei mesmo um gemido daqueles mesmo bons, daqueles de quem está à espera que a penetrem como deve ser… bem que ele era bem fornecido era… Que se fodam as pessoas que dizem que o tamanho e a grossura não conta. Conta e muito!
Aquela foi com certeza a melhor foda da minha vida… porque havia 99.9 % de probabilidades de sermos apanhados em flagrante delito. Mas não fomos… e soube tão bem… Humm, bem pior foram as nódoas negras… mas que se lixe isso. Hajam mais fodas boas destas

Apanhado com as calças na mão I

Sempre tive prazer em sítios públicos. Nunca me privei de dar umas belas fodas, fosse num beco, fosse num cinema, fosse na praia.
Para foder qualquer sítio é bom. Apesar do perigo iminente de sermos apanhados foram raras as vezes que alguém viu.
A primeira vez que fui visto aconteceu na primeira, segunda semana em que tive carro. Estava no banco de trás com uma futura ex-namorada num parque de estacionamento de uma estação de comboios.
Ainda estávamos na fase do marmelanço quando ela abre a minha braguilha puxa-me do caralho para fora e começa a bater e a chupar-me, passados uns minutos, olho para o lado de fora do vidro e vejo uma mulher com os sacos das compras pousados no chão a olhar para dentro do meu carro. Estava a minha futura-Ex com o meu caralho na boca e eu a olhar para a outra mulher... Ainda lhe fiz sinal para ela vir ter connosco, mas assustou-se e fui embora...foi-se ela e vim-me eu...

Terça-feira

No balcão

4ª feira a noite entro com o pessoal no Plateau, uma noite de copos depois do trabalho para relaxar... a entrada reparo em algumas caras conhecidas, entre elas sobressaiu o Miguel (nome fictício)... moreno, alto, corpo de deus grego quase que como uma escultura, não fosse ele o "famoso Miguel".
O Miguel era um kickboxer que tinha treinado a minha melhor amiga, o nosso grupinho tinha assistido a inúmeros combates dele, claro esta que como pitinhas k éramos com 15 ou 16 anos babávamos por um menino daqueles...
Aqui estou eu numa noitada anos mais tarde, ate que o Miguel se aproxima e mete conversa, ficou surpreso por eu o conhecer tao bem, depois de se ter apercebido de quem eu era ficamos o resto da noita na conversa, olhares atrevidos danças arrojadas, a certa altura confessei lhe um fetiche meu... ter sexo em cima do balcao de um bar, nao sendo despropositado pois ele era proprietario de um nas redondezas...
Era hora de fecho ele pegou me na mao e levou me com ele, entramos no bar, ele pegou me ao colo, deitou me no balcao e lambeu me como um louco, depois penetrou me lentamente repetindo essa mesma penetração vezes sem conta...
Como ja era de esperar realizei o meu fetiche do balcao do bar... mas nao nos ficamos por ai, todos os recantos desde os sofas aos bancos, ate mesmo a cabine do DJ experimentamos, foi uma experiencia engraçada e memoravel...

Quarta-feira

Made in London

Era 6ª feira à noite 20 h, o Dany tinha-me ligado para irmos a uma "festinha" em Sheperd's Bush Green. Eu e o meu namorado, metemo-nos no autocarro e lá fomos, trocamos em Westminster e conforme vimos o autocarro que queríamos apanhar começamos a correr que nem doidos... Acabamos por perder o autocarro, típico em londrês a noite, íamos ter de esperar 25min pelo seguinte.
Começamos aos beijos na paragem de autocarro, as coisas aqueceram, quando demos por nós estávamos na ombreira de uma porta e ele levanta me o vestido e começa a lambe-la enquanto eu brincava com o caralho dele entre os meus dedos. Passou um carro, quase nem demos por isso, estávamos já ambos tão excitados que não dava para aguentar, ele penetrou me e foi um momento explosivo, não só pelos orgasmos provocados mas também pelo local e excitação de sermos apanhados... Segundos depois, ainda eu puxava as cuecas para cima passa por nos o carro da policia. Assim que olhamos vinha o autocarro, entramos os dois a correr autocarro a dentro a rir que nem perdidos...
Fomos a festa, e a volta para casa por volta das 6 da manha, quando saimos do autocarro em Camberwell Green peguei na mao dele e levei-o para uma rua mais escondida despi-lhe as calças e comecei a chupa-lo. Depois de ja estar bem duro e molhado dos meus beijos ele sentou me em cima do muro, puxou me o vestido para cima e começou a lamber me passados momentos ja eu estava em alta ele enfiou mo todo, o mais que pode e por 15 minutos voltamos a sentir akele extase louco do risco e da excitação do k faziamos... ambos explodimos brutalmente...

Uma pequena historia de londres...

Na familía...

Numas férias quaisquer em casa de família... reencontrei um primo que há muito não via. O tempo foi generoso com ele, e como foi.. Estava alto, forte e bronzeado... 'Uma coisa', como eu costumo dizer.
Mas como era primo, não me atrevi a dizer nada, mas com o passar dos dias, numa conversa e outra picante, fui sentindo que a atracção era mútua. No último dia de férias saímos para beber um copo, conversa vai cerveja vem, os calores a subir no corpo, as pernas a entrelaçarem-se decidimos ir embora, para casa dele, na altura morava sozinho..
Salientando o parentesco, comportamos-nos até entrar em casa... humm... porta fechada, era camisa para um lado, calças pro outro, entre beijos e carícias, deitei-me no sofá, ali mesmo enfiou o dedo dentro de mim, como que a preparar a sua chegada. Senti o meu corpo todo tremer... quando o toquei vi que estava completamente excitado, entrando assim duro em mim, olhos nos olhos com força e tesão, ele entrava e saía, entrava e saía, os corpos suados, uma perfeita loucura até que explodi num gozo tremendo...

Quinta-feira

No bar...

Sempre tive a tendência de fechar os bares/discotecas onde vou. Gosto de ficar encostado ao balcão, na calma, a apreciar as vistas. Estando perto do álcool, nunca demoro muito a ser abastecido de líquidos.
Certa noite, já o bar estava encerrado estavam ainda lá dentro a dona do bar, 2 amigas dela, a barmaid e eu, todos em amena cavaqueira, já sem música só a fazer tempo… De um momento para outro, quase que combinado, foram-se embora, deixando-me a mim e a barmaid sozinhos.
Fosse do álcool já bebido ou fosse do enorme decote que ela tinha, há muito que me tinha dado vontade de a comer ali no bar…entre idas às mesas nas limpezas ou para desligar o que fosse, sempre que ela passava por mim e se roçava mais duro ficava o meu caralho.Tantas vezes ela passou que não resisti e encostei-a à parede.
Ao mesmo tempo que a beijei, a mão dela já me apertava o caralho sobre as calças, metendo-o cada vez mais duro e grosso. Ela sentindo-o assim, ajoelhou-se, abriu-me a braguilha e começou a chupar. Enquanto ela me fazia o broxe fui-me despindo e, quando já não tinha nada, levantei-a levei-a para dentro do bar ate ela se sentar em cima da arca das cervejas…
Lambi a cona que tinha a minha frente. Toda rapadinha, suculenta, à espera de ser fodida…assim o fiz. Abri-lhe mais as pernas…e comecei a invadi-lhe o corpo… o mau caralho entrou e começaram os primeiros gemidos…Agora a musica era outra.
Movido a álcool, quanto mais a fodia, mais desejo tinha de a foder mais….E sabendo que ali era o meu bar, onde ia com amigos…
Nessa noite fodemos em todos os cantinhos… em cima do balcão, nas mesas, no chão, nas cadeiras, na casa de banho, ate encostada na máquina de tabaco…

Sexta-feira

Verdade ou Consequência

Era uma noite de Verão estávamos todos juntos em casa de uma amiga comum quando surgiu a ideia de jogarmos ao verdade ou consequência, éramos quatro casais.
Chegou a minha altura, e escolho consequência, o que fui fazer? Então a consequência da minha amiga era que eu e o meu namorado da altura fossemos para o ginásio da casa dela fazer sexo, tínhamos vinte minutos e passado esse tempo elas iram verificar se tínhamos mesmo feito. Todos pensaram que não iríamos fazer nada…
Mal entramos no ginásio a excitação era tanta que até nos atrapalhávamos a tirar a roupa. Ele começou por me fazer um minete, só para aquecer as coisas e como o tempo era curto passamos logo a acção. Começamos por fazer naquela máquina em que se trabalham os braços ele estava sentado e eu por cima, a probabilidade de sermos apanhados era enorme, então tudo sabia maravilhosamente bem. Com isto, o tempo passava e nos íamos passando de máquina em máquina, pelo menos nas que davam… Até que acabamos no chão na posição de missionário, estávamos quase no final quando as minhas amigas entram a dizer que o tempo tinha acabado. Isso não teria sido muito mau se as paredes do ginásio não fossem de espelhos então mesmo que não quisessem elas conseguiam ver tudo.
Quando saímos, já vestidos as minhas amigas estavam tão envergonhadas que mal conseguiam olhar para mim. Passados os primeiros 15 segundos, todo o embaraço passou e toda a gente se começou a rir e passamos o resto da noite a rirmo-nos uns dos outros.

Espero que gostem…

Quarta-feira

Na casa da amiga...

Passava pouco da hora de jantar quando recebi um telefone de amiga a dizer que ia estar essa noite perto de onde moro, em casa de uma amiga. Conversa puxa conversa, combinamos que iria ter a casa da amiga para estarmos juntos...
Cheguei lá fui recebido pela minha amiga, uma loira brasileira de mini-saia, e levado para o andar de cima da vivenda. Em poucos minutos fui apresentado a dona da casa e outra amiga que la estava com elas. Ia ser um fim de semana só de mulheres...tudo trintonas em excelente forma..
Elas foram para os quartos, e nos dois ficamos numa sala escritório, onde o que interessava era o sofa. Mal ficamos sozinhos começamos a brincar... Rapidamente as roupas já estavam no chão, e o sofá coberto com os nossos corpos. Broxes, minetes, canzanas, cavalgadas, tudo servia para aproveitar e gozar o momento...
A dado momento, quando estava deitado em cima dela em pleno martelanço, tirei uma das almofadas das costas do sofa para ganhar espaço, e em de seguida a outra. puxei-a com tanta força, que que um objecto que estava para la metido/escondido voou em direcção da cara dela.
Com a velocidade nao reparei bem o que era, so quando parou a escassos centimetros da boca dela e que mirei.. Por um segundo tentei controlar o riso...Mas fui incapaz, desmanchei-me por completo a rir...Ambos nos desmanchamos e rimos a gargalhada.. O dito OVNI não era nada mais que um VIBRADOR....o vibrador da amiga dela, que o tinha escondido a pressa... Fizemos tanto barulho a rir, que ela com uma toalhinha a tapar o corpo, foi contar a dona da casa o que tinhamos descoberto e como...Ainda hoje me rio a pensar na situação